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Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas

Até 1 em 20 pacientes submetidos a cirurgia irá desenvolver infecção de sítio cirúrgico (ISC), portanto, é vital proteger as feridas cirúrgicas no pós-operatório.

Profissionais de saúde transportam um paciente em cama móvel

A ISC e outras complicações cutâneas podem interferir com o processo de cicatrização normal, levando a hospitalização prolongada e ainda à necessidade de outra cirurgia  , assim como dor e desconforto para os pacientes  .

Fatores de risco de ISC relacionados às coberturas

As feridas cirúrgicas, assim como outras feridas, são um ambiente ideal para patógenos. Logo que o paciente deixa o centro cirúrgico, uma série de fatores relacionados ao uso de coberturas de ferida pode aumentar o risco de infecção da ferida.

As trocas de coberturas estão associadas ao risco de infecção: Quantas mais coberturas forem trocadas, mais exposta estará a ferida à contaminação .

Um gerenciamento deficiente do exsudato é também um fator de risco. Os exsudatos das feridas contêm material originário de microrganismos contaminantes . Se não forem gerenciados de modo eficaz, existe um maior risco de resultarem em lesões relacionadas à umidade (ou seja, maceração) e contaminação bacteriana da ferida, em particular se houver extravazamento .

Os danos à pele ao redor da ferida também estão associados à infecção. Por exemplo, as fitas adesivas que são usadas para fixar coberturas tradicionais estão associadas ao desenvolvimento de bolhas . Quando as bolhas arrebentam, existe risco acrescido de infecção .

'Referências'

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